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Música do blog

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

BOB DYLAN


O cantor e compositor de folk rock Bob Dylan foi batizado como Robert Allen Zimmerman ao nascer, no dia 24 de maio de 1941, em Duluth, Minnesota, nos Estados Unidos. Enquanto cursava a faculdade, ele passou a tocar músicas folk e country e adotou o nome “Bob Dylan”. Em 1961, Dylan assinou seu primeiro contrato, e continua a fazer tours com seus recentes discos de estúdios, que incluem “Together Trough Life” (2009), “Tempest” (2012) e “Shadows in The Night” (2015).

In 1960, Dylan largou a faculdade e se mudou para Nova York, onde seu ídolo, o lendário cantor folk Woody Guthrie estava hospitalizado com uma rara doença hereditária no sistema nervoso. Dylan visitava Guthrie regularmente no hospital; ele também se tornou atração em clubes folk e cafés no Greenwich Village, conheceu vários músicos e começou a compor em ritmo assombroso, incluindo “Song to Woody”, um tributo ao seu herói. No outono de 1961, depois que uma de suas apresentações recebeu uma crítica entusiasmada no New York Times, Dylan assinou um contrato com a Columbia Records. Lançado no início de 1962, o disco de estreia trazia apenas duas canções, mas apresentou seu estilo vocal peculiar em um punhado de canções folk e blues.

O lançamento de The “Freewheelin' Bob Dylan”, em 1963, marcou a ascensão de Dylan como uma das vozes mais originais e poéticas da história da história da música popular americana. O álbum incluía duas das mais memoráveis canções folk dos anos 1960, “Blowin' in the Wind” (que mais tarde se tornaria um grande sucesso com o trio folk Peter, Paul e Mary) e "A Hard Rain's A-Gonna Fall". Seu próximo disco, “The Times They Are A-Changin'”, estabeleceu Dylan como o compositor definitivo de protesto dos anos 1960, uma reputação que se tornou ainda maior depois que ele se envolveu com um dos ícones do movimento, Joan Baez, em 1963.

Enquanto a relação de dois anos com Baez durou, a carreira de ambos se beneficiou. Dylan escreveu algumas das músicas mais conhecidas de Baez, e ela o apresentou a milhares de fãs durante seus shows. Em 1964, Dylan estava fazendo cem apresentações anuais, mas estava cansado de seu papel como “o” cantor folk de protesto. “Another Side of Bob Dylan”, gravado em 1964, trazia canções mais pessoais e introspectivas, com muito menos carga política que seus trabalhos anteriores.

Em 1965, Dylan escandalizou muitos dos seus fãs folk ao gravar o álbum “Bringing It All Back Home”, metade acústico e metade elétrico, junto a uma banda de nove integrantes. Em 25 de julho de 1965 ele foi notoriamente vaiado no Newport Music Festival, quando se apresentou com instrumentos elétricos pela primeira vez. Os discos que se seguiram, “Highway 61 Revisited” (1965) – que incluía a canção de rock seminal “Like a Rolling Stone” – e o álbum duplo “Blonde on Blonde” (1966), mostraram o lado mais inovador de Dylan. Com sua voz inconfundível e letras inesquecíveis, Dylan juntou os mundos da música e literatura como ninguém tinha feito antes.

No decorrer das próximas três décadas, Dylan continuou a se reinventar. Após um acidente de moto quase fatal em julho de 1966, Dylan ficou quase um ano isolado para se recuperar. Seus próximos dois álbuns,” John Wesley Harding” (1968) — que trazia "All Along the Watchtower," mais tarde gravada pelo gênio da guitarra Jimi Hendrix — e o country Nashville Skyline (1969) eram muito menos agressivos que seu trabalho anterior. Críticos detonaram seu disco duplo “Self-Portrait” (1970). “Tarantula”, a aguardada coleção de escritos de Dylan, publicada em 1971, também não foi bem recebida. Em 1973, Dylan apareceu em “Pat Garrett e Billy the Kid”, um faroeste dirigido por Sam Peckinpah. Ele também escreveu a trilha sonora do filme, que se tornou um sucesso e trazia a clássica "Knockin' on Heaven's Door."